Meio mé porem muito bem feito, segue a qualidade Playstation Tem uma estatistica interessante, tem uma missão principal que da trofeu perto do fim do game, ali pelos 70%, só 40% dos jogadores tem essa conquista, e entendo o motivo, jogo começa bem e arrasta muito, credo, 40 horas não quero mais voltar para isso, fiz 2 finais e zerei, mas não jogo mais isso. Decepcionado pois com altas notas achei que era um jogo bom, vendo uns videos gostei do combate e taus mas não vale o preço, uns R$50 no max R$80 mangos. Tem dois problemas que me incomoda: - Visual apelativo +18, bah poderia ter um opção para minimizar isso, a camera é muito safada, bobeou ta nu c# da japa, pro cara com a muie em casa é foda - O combate com 2 inimigos ou mais é desastroso, compara com the whitcher 3, 1 inimigo ok, 2 ou mais da vontade de kitar Resumo: 6/10 Bosses (Boss) 7/10 Gameplay 7/10 Trilha sonora 11/10 - Ponto mais forte do game Builds 2/10 - não existe build, bem ruim isso, só habilidades Gráficos 8/10 Exploração do mapa 5/10 - super simples e linear Diversidade de inimigos 5/10 - tem uns 10 boss grandes bem feitos, o resto é moby História: 7/10 Dificuldade: 7/10 - Tem seletor de dificuldade, na primeira run joguei no normal, tem boss bem dificil.
Análise 100% imparcial, o jogo é sim acima da média, mas tem potencial pra ser bem mais o que o apresentado. O modelo da Eve de fato é a coisa mais chamativa, mas o gameplay, trilha sonora e chefes são muito bons, dá para notar um esforço grande em tornar o jogo divertido e não só um fanservice. A história tem um potencial absurdo abordando dilemas como o que é humanidade, moralidade entre outras coisas, mas isso fica apenas na superfície e não há um mergulho profundo nesses temas de forma que gere um engajamento por parte do jogador. Os chefes tem apelo visual, sonoro e no gameplay, mas não tem apelo emocional. O democrawler por exemplo, tem uma música letrada ESTUPENDA, um moveset bacana mas não tem nenhuma relação pessoal com os personagens principais. A penúltima chefe do jogo é difícil e apelativa, e diferente do democrawler tem um apelo emocional, mas é fraco, pois ela aparece por pouco tempo na história e seus trejeitos são muito clichês e exagerados. O Único chefe que tem uma ligação emocional forte com o elenco principal, é o último chefe, pois ele é presente, tem uma trilha sonora ESPETACULAR, trás um dilema interessantíssimo, e é imponente. Gostaria que os outros chefes do jogo compartilhassem dessas características. Sobre o gameplay, tentaram fazer um dark souls misturado com metal gear rising. Vi pessoas comparando com Bayonetta, mas só acho que faz sentido a comparação de que os dois jogos tem personagens apelativas. O combate é bem mais cadênciado, misturando esquiva, parry, espadadas e tiroteio, sinto que por pouco não colocaram um sistema de stamina no jogo. Na minha opinião é competente mas é um meio termo que não me agrada muito, ficou nítido que estão experimentando mecânicas para jogos futuros.