Muitas vezes, quando um jogo gera muito hype, a queda costuma ser feia. Eu entrei em Stellar Blade com as expectativas lá no alto, esperando um bom jogo de ação e um visual impecável. Para minha surpresa, o jogo não apenas entregou o que prometeu, como conseguiu superar o que eu imaginava. É raro encontrar um título que consiga sustentar o peso da própria ansiedade da comunidade e ainda assim entregar algo que parece novo e autêntico. Se existe um elemento que eleva Stellar Blade de "um jogo muito bom" para "uma obra de arte", é a sua trilha sonora. É, sem dúvida, uma das melhores partes de toda a experiência. As composições (com forte influência do estilo de Keiichi Okabe, de NieR) não são apenas um fundo musical; elas dão alma aos cenários desoladores e urgência aos combates contra os Naytibas. Muitas vezes me peguei parado em uma área apenas para ouvir os vocais melancólicos ou a batida eletrônica que embala a exploração. A música dita o tom emocional de cada passo da Eve, tornando a jornada muito mais imersiva e memorável. A trilha sonora de Stellar Blade não é apenas um acessório, ela é o fio condutor da história. Um dos momentos mais marcantes para mim foi perceber como a música do menu principal se integra ao próprio jogo. Existe uma missão dedicada a essa melodia que transforma o que seria apenas um tema de abertura em algo profundo e cheio de significado para a protagonista. É de arrepiar quando você finalmente entende a importância daquela composição enquanto explora o mundo. Esse cuidado da Shift Up em transformar a música em um elemento narrativo é o que faz dela uma das melhores trilhas que já ouvi em anos, elevando muito a minha experiencia. Embora o visual tenha chamado muita atenção inicialmente, o que me prendeu foi o combate polido e a exploração recompensadora. O jogo flerta com o gênero Soulslike, mas mantém uma identidade própria de ação frenética. Mesmo sabendo que o jogo seria bonito, a direção de arte e a fluidez dos movimentos me pegaram de surpresa. É um pacote completo que mostra que a Shift Up veio para brigar com os gigantes da indústria. Veredito Stellar Blade é a prova de que, mesmo quando esperamos muito de algo, ainda podemos ser surpreendidos pela dedicação aos detalhes. É um jogo obrigatório, seja pelo combate afiado, pelo mundo intrigante ou, principalmente, pela trilha sonora magistral que vai ficar na minha cabeça por muito tempo.
Meio mé porem muito bem feito, segue a qualidade Playstation Tem uma estatistica interessante, tem uma missão principal que da trofeu perto do fim do game, ali pelos 70%, só 40% dos jogadores tem essa conquista, e entendo o motivo, jogo começa bem e arrasta muito, credo, 40 horas não quero mais voltar para isso, fiz 2 finais e zerei, mas não jogo mais isso. Decepcionado pois com altas notas achei que era um jogo bom, vendo uns videos gostei do combate e taus mas não vale o preço, uns R$50 no max R$80 mangos. Tem dois problemas que me incomoda: - Visual apelativo +18, bah poderia ter um opção para minimizar isso, a camera é muito safada, bobeou ta nu c# da japa, pro cara com a muie em casa é foda - O combate com 2 inimigos ou mais é desastroso, compara com the whitcher 3, 1 inimigo ok, 2 ou mais da vontade de kitar Resumo: 6/10 Bosses (Boss) 7/10 Gameplay 7/10 Trilha sonora 11/10 - Ponto mais forte do game Builds 2/10 - não existe build, bem ruim isso, só habilidades Gráficos 8/10 Exploração do mapa 5/10 - super simples e linear Diversidade de inimigos 5/10 - tem uns 10 boss grandes bem feitos, o resto é moby História: 7/10 Dificuldade: 7/10 - Tem seletor de dificuldade, na primeira run joguei no normal, tem boss bem dificil.