Muitas vezes, quando um jogo gera muito hype, a queda costuma ser feia. Eu entrei em Stellar Blade com as expectativas lá no alto, esperando um bom jogo de ação e um visual impecável. Para minha surpresa, o jogo não apenas entregou o que prometeu, como conseguiu superar o que eu imaginava. É raro encontrar um título que consiga sustentar o peso da própria ansiedade da comunidade e ainda assim entregar algo que parece novo e autêntico. Se existe um elemento que eleva Stellar Blade de "um jogo muito bom" para "uma obra de arte", é a sua trilha sonora. É, sem dúvida, uma das melhores partes de toda a experiência. As composições (com forte influência do estilo de Keiichi Okabe, de NieR) não são apenas um fundo musical; elas dão alma aos cenários desoladores e urgência aos combates contra os Naytibas. Muitas vezes me peguei parado em uma área apenas para ouvir os vocais melancólicos ou a batida eletrônica que embala a exploração. A música dita o tom emocional de cada passo da Eve, tornando a jornada muito mais imersiva e memorável. A trilha sonora de Stellar Blade não é apenas um acessório, ela é o fio condutor da história. Um dos momentos mais marcantes para mim foi perceber como a música do menu principal se integra ao próprio jogo. Existe uma missão dedicada a essa melodia que transforma o que seria apenas um tema de abertura em algo profundo e cheio de significado para a protagonista. É de arrepiar quando você finalmente entende a importância daquela composição enquanto explora o mundo. Esse cuidado da Shift Up em transformar a música em um elemento narrativo é o que faz dela uma das melhores trilhas que já ouvi em anos, elevando muito a minha experiencia. Embora o visual tenha chamado muita atenção inicialmente, o que me prendeu foi o combate polido e a exploração recompensadora. O jogo flerta com o gênero Soulslike, mas mantém uma identidade própria de ação frenética. Mesmo sabendo que o jogo seria bonito, a direção de arte e a fluidez dos movimentos me pegaram de surpresa. É um pacote completo que mostra que a Shift Up veio para brigar com os gigantes da indústria. Veredito Stellar Blade é a prova de que, mesmo quando esperamos muito de algo, ainda podemos ser surpreendidos pela dedicação aos detalhes. É um jogo obrigatório, seja pelo combate afiado, pelo mundo intrigante ou, principalmente, pela trilha sonora magistral que vai ficar na minha cabeça por muito tempo.
Após todo o Hype Sonysta finalmente platinei esse jogo e vou dar a opinião sem a maluquice de defender exclusivo. Stellar Blade é um bom jogo que poderia ser excelente se não entrasse na fórmula padrão de todo jogo da Sony, ser inflado sem motivo algum só pra poder cobrar R$ 350,00 de Sonysta As partes lineares do jogo como em Eidos 7 ou Matrix 11 o jogo brilha, mas pra fazer o jogo ficar no padrão 30 horas Sony, não me enfiaram 1 mas sim 2 desertos no jogo open world, vai abrir caixinha seu bosta pra pegar material pra destravar roupa pra EVE É tipo se você gosta de Genshin ou Breath of the Wild vai amar, mas o ritmo do jogo sofre demais com isso, as partes lineares têm chefes legais, cenas bem montadas com tudo desmoronando e o escambau enquanto toca uma música a lá DMC 5 As partes open world é uma koreba tentando cantar igual Nier Automata e você matando os 3 tipos de inimigos à exaustão, enquanto fica procurando um monte de itens que no final dá a mesma coisa. Roupinha nova pra EVE O combate do jogo é muito bom e realmente lembra DMC mas pra que diabos TODO jogo que a Sony encosta tem que ser open world A história é uma salada e tem um dos piores plot twist que já vi num jogo, mas assim o dev só fez a EVE pra ser gostosa ela tem o carisma de um tijolo (pelo menos ele assume isso nas entrevistas e diz que vai melhorar no Stellar Blade 2) No fim é aquilo se Stellar Blade 2 focar no que é bom (FASES) e parar com essa mania da Sony de enfiar Open World em tudo pode ser um jogaço 10/10 RECOMENDO mas só em promoção, não vale preço cheio nem ferrando