A gameplay é extremamente fluida e responsiva. Os combates são intensos, cheios de estilo e com uma variedade de golpes que deixam qualquer luta épica. A EVE se movimenta de forma tão natural que parece extensão do controle! O sistema de esquiva e contra-ataque é viciante e recompensa quem realmente se dedica a dominar os mecanismos. Que jogo bonito! A Unreal Engine entrega cenários de cair o queixo – desde as ruínas pós-apocalípticas até os cenários mais abertos e sombrios. Os designs dos inimigos (NPCs) são de outro nível. É um espetáculo visual do início ao fim! E o melhor, o jogo não te dá moleza! Os chefões são desafiadores, exigem padrões de ataque, paciência e muita habilidade. Cada vitória é suada, como nos bons tempos dos jogos de ação. Stellar Blade não decepciona. Se ainda não jogou, está perdendo uma experiência única!
Análise 100% imparcial, o jogo é sim acima da média, mas tem potencial pra ser bem mais o que o apresentado. O modelo da Eve de fato é a coisa mais chamativa, mas o gameplay, trilha sonora e chefes são muito bons, dá para notar um esforço grande em tornar o jogo divertido e não só um fanservice. A história tem um potencial absurdo abordando dilemas como o que é humanidade, moralidade entre outras coisas, mas isso fica apenas na superfície e não há um mergulho profundo nesses temas de forma que gere um engajamento por parte do jogador. Os chefes tem apelo visual, sonoro e no gameplay, mas não tem apelo emocional. O democrawler por exemplo, tem uma música letrada ESTUPENDA, um moveset bacana mas não tem nenhuma relação pessoal com os personagens principais. A penúltima chefe do jogo é difícil e apelativa, e diferente do democrawler tem um apelo emocional, mas é fraco, pois ela aparece por pouco tempo na história e seus trejeitos são muito clichês e exagerados. O Único chefe que tem uma ligação emocional forte com o elenco principal, é o último chefe, pois ele é presente, tem uma trilha sonora ESPETACULAR, trás um dilema interessantíssimo, e é imponente. Gostaria que os outros chefes do jogo compartilhassem dessas características. Sobre o gameplay, tentaram fazer um dark souls misturado com metal gear rising. Vi pessoas comparando com Bayonetta, mas só acho que faz sentido a comparação de que os dois jogos tem personagens apelativas. O combate é bem mais cadênciado, misturando esquiva, parry, espadadas e tiroteio, sinto que por pouco não colocaram um sistema de stamina no jogo. Na minha opinião é competente mas é um meio termo que não me agrada muito, ficou nítido que estão experimentando mecânicas para jogos futuros.